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Mumificação no Egito antigo


Enrolamento da múmia

Parte 1

Primeiro a cabeça e o pescoço eram enrolados juntamente com tiras de
fino linho. Em seguida os dedos e o restante do corpo individualmente


Parte 2

Os braços e as pernas eram enrolados separadamente. Entre as ataduras do embalsamado eram colocados amuletos para proteger o corpo na sua jornada no outro mundo.

<< "Laço de Ísis" amuleto para proteger o corpo.

"Prumo ou Nível", amuleto que mantinha o equilíbrio na próxima vida. >>


Parte 3

Uma sacerdotisa proferia encantamentos enquanto a múmia ia sendo enrolada. Esses encantamentos ajudavam o morto a se livrar dos espíritos malignos na outra vida.



Parte 4

Os braços e as pernas eram amarrados juntos. Um rolo de papiro com
encantamentos do Livro dos Mortos era colocado entre as mãos.


Parte 5

Mais tiras de fino linho são enroladas no corpo. As bandagens
eram embebidas num tipo de cola para mantê-las unidas.


Parte 6

Uma espécie de túnica envolve a múmia; sobre
a túnica é pintada uma figura do deus Osíris.


Parte 7

Finalmente, uma outra túnica envolve inteiramente a múmia, que é enlaçada
com tiras de linho dos pés até a cabeça, e cruzada sobre o tórax.

Uma capa de madeira pintada protege a múmia antes de ela ser posta no sarcófago;
e o primeiro sarcófago é colocado dentro de um segundo sarcófago.


Parte 8

O funeral é presidido pelos familiares do morto


Parte 9

É realizado um ritual chamado "Abertura da boca", enquanto os familiares do morto comem e bebem. Anúbis segura a múmia por trás.

Finalmente, a múmia e colocada dentro de um amplo sarcófago de pedra na tumba. Mobílias, roupas, objetos de valor, alimento e bebida são postos na tumba para o falecido.

Agora o morto está preparado para a sua jornada ao desconhecido. Lá seu coração (alma) será julgado pelas boas ou más ações na terra. Se seu coração for julgado puro ele será enviado para viver por toda eternidade na beleza dos "Campos de Caniços".



Arqueólogos encontram no Egito 14 tumbas do século III a.C.

Arqueólogos egípcios descobriram 14 tumbas históricas em um cemitério que data do século III a.C. no oásis de Bahariya, a 375 quilômetros ao sul do Cairo, informou o Conselho Supremo de Antiguidades (CSA).

As tumbas são de pedra e contêm quatro máscaras de gesso, uma camada de ouro com desenhos dos quatro filhos do deus Hórus e utensílios de cerâmica e de cristal, segundo um comunicado do CSA.

Os arqueólogos encontraram também a múmia de uma mulher que mede 97 centímetros de altura e que está coberta com uma tampa de gesso colorido.

Após a descoberta, iniciou-se o processo de limpeza de várias moedas também encontradas no local para constatar o período ao qual pertencem.

No oásis de Bahariya, 250 múmias foram descobertas em 1996 no chamado Vale das Múmias Douradas, onde se acredita que possa haver mais de 10 mil corpos mumificados.

Essa descoberta contribuiu para que essa região desértica se transformasse em um dos pontos de atração turística, sobretudo para excursões de safári pelo Saara ocidental.



Fonte: EFE.


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