Telescópio Espacial Hubble

Milhares de trabalhos científicos foram elaborados
com informações do Telescópio Hubble

Starnews 2001 – NASA

~ Hubble, 22 anos ~


Telescópio Hubble completa 22 anos de revolução da astronomia

Hubble, o primeiro telescópio espacial que revolucionou a astronomia e a compreensão do Universo ao transmitir mais de 750.000 imagens espetaculares dos confins do Universo.

O telescópio foi lançado em 24 de abril de 1990 acoplado ao ônibus espacial americano Discovery, que o colocou em órbita a 600 km de altitude.

Mas o aparelho, fruto de uma colaboração entre a NASA e a Agência Espacial Europeia, só começou a funcionar três anos mais tarde.

A lente teve que ser substituída por uma falha de concavidade. A delicada operação foi realizada em 1993 pela tripulação de um ônibus espacial.

A partir deste momento o Hubble começou a transmitir imagens assombrosas de estrelas supernova, gigantescas explosões que marcam a morte de uma estrela e o nascimento de um buraco negro, fenômeno de cuja existência os astrônomos tinham apenas suspeitas até então.

O telescópio de 12 toneladas e 13,3 metros de cumprimento fez 900.000 instantâneas, que permitiram obter 570.000 imagens de mais de 30.000 objetos celestes, alguns deles nos confins do universo.

O Hubble também permitiu confirmar a existência de matéria escura que parece contra-atacar a força da gravidade e constituiria a maior parte do universo.

Os astrônomos suspeitavam da existência desta matéria escura ("dark energy") desde a década de 1930 após as observações de galáxias.

Como uma máquina do tempo capaz de remontar milhões de anos, o Hubble detectou pequenas proto-galáxias que emitiam raios luminosos quando o universo tinha menos de um bilhão de anos.

Graças a estas observações, muito mais nítidas que as obtidas pelos mais poderosos telescópios terrestres, os astrônomos puderam confirmar que o universo estava em rápida expansão e calcular de forma precisa sua idade, estimada em 13,7 bilhões de anos.

A aceleração é produzida por uma força misteriosa chamada energia do vazio, que constitui quase 75% do universo e equilibra a força da gravidade.

O restante do cosmos é formado por quase de 5% de matéria visível e 20% de matéria escura.

"Sem dúvida nenhuma, o Hubble é o instrumento científico mais reconhecido e que deu o maior número de êxitos científicos da historia da humanidade", disse Ed Weiller, alto funcionário da NASA.

Desde a última missão de manutenção executada pelo ônibus espacial Atlantis em maio de 2009, o telescópio tem dois novos instrumentos capazes de obter instantâneas do passado remoto, até 600 a 500 milhões de anos depois do "Big bang", o momento do nascimento do universo.

Na vizinhança do planeta Terra, o Hubble observou mudanças radicais na direção dos ventos em Saturno e mostrou que Netuno tem estações climáticas.

Esta variedade de descobertas transformou o telescópio em "ícone na psique dos americanos e do resto do mundo", destaca Weiller.

A missão do Atlantis permitiu prolongar em pelo menos cinco anos a vida útil do Hubble, à espera do sucessor, o ainda mais potente telescópio espacial infravermelho "James Webb Space Telescope (JWST)", que tem o objetivo de jogar luz sobre o momento da origem do universo.

— Em seu 22º aniversário, Hubble faz imagem de área turbulenta no espaço: Veja aqui

Esta foto foi divulgada no dia 20 de abril de 2011 para comemorar os 21 anos do Hubble. A imagem mostra a interação entre um par de galáxias conhecido como Arp 273. Ela foi obtida em dezembro de 2010 e divulgada agora por ser especialmente bonita. Os astrônomos se referem à imagem como uma 'rosa' de galáxias, em alusão ao formato da espiral, que lembra a flor.

Foto: NASA, ESA

Está previsto para 2014 o lançamento de um novo telescópio, o Telescópio Espacial James Webb, que deverá substituir o Hubble.

Aí vai uma pergunta: Será que esse novo telescópio terá o mesmo desempenho do grande Hubble, que continua em excelente forma?

Desde já, a nossa campanha é para que o lançamento do James Webb não aconteça. Só quando o Hubble parar de funcionar totalmente... O que certamente vai demorar um pouco. Talvez, nunca!


Imagem feita pelo Hubble, dia 23 de abril de 2010

23 de abril de 2010 - Clique para ampliar

Foto tirada pelo telescópio Hubble, que completa 20 anos em órbita neste sábado, 24 de abril de 2010, mostra o nascimento de estrelas na Nebulosa Carina, localizada a 7.500 anos-luz da Terra. (NASA/AFP)


O Telescópio Espacial Hubble produziu esta imagem,
considerada a melhor fotografia já vista do planeta Marte.

A imagem mostra nuvens esbranquiçadas misturadas a outras de cor alaranjada produzidas por tempestades de poeira. Pode ser vista ainda boa parte da superfície de Marte que exibe um forte colorido vermelho ferrugem.

A fotografia foi tirada pelo telescópio no dia 26 de junho de 2001, quando Marte estava a aproximadamente 68 milhões de quilômetros da Terra, a menor distância entre os dois planetas desde 1988.

Ao contrário da sonda Global Surveyor, que gira em órbita de Marte e produz imagens detalhadas de uma área relativamente pequena, o Hubble pode fornecer uma visão ampla e global do planeta vermelho.

Tempestades excepcionais

Segundo os astrônomos, a poeira que pode ser vista sobre o planeta é uma consequência das tempestades de areia, comuns nessa época em Marte. Mas eles ressaltam que a enorme quantidade vista na foto é realmente excepcional.

A foto tirada pelo Hubble revela uma grande tempestade envolvendo a calota polar norte do planeta ao lado de uma outra nuvem de poeira bem menor.

Outra grande tempestade de areia pode ser vista no hemisfério sul de Marte.


Hubble descobre galáxias mais antigas já observadas

O telescópio Hubble bateu um novo recorde ao descobrir as galáxias mais antigas já observadas, com 13 bilhões de anos, algo em torno de 600 a 800 milhões de anos após o Big Bang, informou a NASA.

Estes novos objetos cósmicos descobertos são essenciais para se entender a evolução que houve desde o nascimento das primeiras estrelas à formação das primeiras galáxias, que deram lugar, mais tarde, à criação da Via Láctea e de outras galáxias elípticas que povoam o universo atual, destacaram os astrofísicos que participaram da descoberta.

A equipe de astrônomos combinou dados obtidos com os novos instrumentos do Hubble (primeiro telescópio espacial) a observações feitas pelo telescópio orbital Spitzer para calcular as idades e as massas destas primeiras galáxias.

"As massas destas primeiras galáxias representavam cerca de 1% da Via Láctea", explicou Ivo Labbé, do Carnegie Observatories, um dos membros da equipe.

"Para nossa maior surpresa, os resultados mostram que estas galáxias existiam 700 milhões de anos após o Big Bang (que teoricamente marcou o início do universo), o que significa que devem ter começado a formar estrelas centenas de milhões de anos mais cedo e antecipa ainda mais a época das primeiras formações estelares".

"Com o reparo e a modernização do Hubble (realizado em maio de 2009) e seus novos instrumentos entramos em um território cósmico desconhecido que abre o caminho a novas descobertas", destaca Garth Illingworth, da Universidade da Califórnia, em Santa Cruz, e um dos responsáveis pelo trabalho.

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Agência France-Press (AFP), 5 de Janeiro de 2010.

Astronautas instalam nova câmera superpotente no Hubble

Photo
– Vista do Telescópio Espacial Hubble e do ônibus espacial Atlantis, em imagem cedida pela NASA TV. 14/05/2009

HOUSTON (Reuters) — Dois astronautas instalaram no dia 14 de maio de 2009, uma nova câmera no Telescópio Espacial Hubble que permitirá que astrônomos fixem seus olhos de maneira mais próxima para o nascimento do universo.

Trajando grandes roupas espaciais pressurizadas, John Grunsfeld, de 50 anos, que já viajou cinco vezes no ônibus espacial, e seu parceiro novato Andrew Feustel, de 43, saíram do Atlantis para uma caminhada espacial que durou sete horas.

A instalação da nova câmera estava entre as prioridades da Nasa e permitirá que o Hubble capture imagens de objetos formados em tempos tão distantes quanto 500 milhões de anos após o nascimento do universo.

Grunsfeld e Feustel também substituíram um computador chave que processa e formata informação coletada pelos instrumentos de ciência do Hubble mas que parou de funcionar em setembro de 2008.

A nova câmera substitui a câmera digital dos anos 1990 do telescópio por um aparelho mais moderno que é sensível à luz infravermelha e ultravioleta, além dos comprimentos de onda que o olho humano é capaz de detectar.

Os detectores de infravermelho são especialmente importantes para a obtenção de imagens muito distantes, cuja luz chega à Terra em comprimentos de onda mais longos, mais vermelhos, de modo semelhante à maneira como o som de um trem se distancia quando o trem vai se distanciando.

"Esta nova câmera promete enxergar mais para trás no tempo, mais perto do Big Bang, do que jamais pudemos enxergar até hoje", disse Grunsfeld em entrevista antes da decolagem do ônibus espacial.

Olhar longamente para os objetos mais distantes detectáveis é a primeira prioridade entre as tarefas do Hubble, assim que o observatório voltar a funcionar. Os alvos mais antigos que o Hubble já viu datam de 700 milhões de anos depois do Big Bang, a explosão que criou o universo há cerca de 13,7 bilhões de anos.

Grunsfeld, que é astrônomo, tem um projeto de pesquisa pendente com a nova câmera. Ele quer utilizar seus sensores ultravioletas para estudar uma cratera na lua, na esperança de encontrar minerais que possam ser úteis para expedições lunares futuras.

Espetáculo de galáxias marca os 19 anos do Hubble


Para comemorar os 19 anos do Hubble, a Nasa (agência espacial americana) e a Agência Espacial Europeia divulgaram uma série de imagens feitas pelo telescópio espacial que mostram um incomum sistema interligado de galáxias.

O sistema, que recebeu a designação Arp194, engloba várias galáxias e um rastro azul de estrelas, gás e poeira que se estende por mais de 100 mil anos-luz.

Os núcleos de duas galáxias podem ser vistos no topo da imagem durante o processo de fusão. A brilhante causa azulada que surge no meio das duas é composta de várias estrelas recém-nascidas. O fenômeno geralmente ocorre quando duas galáxias se chocam.

A cauda azul parece conectar uma terceira galáxia, na parte de baixo, mas esta se localiza de fato ao fundo e não está relacionada com o sistema.

A ilusão ocorre por causa do alto poder de resolução das imagens do Hubble.

Localizada na constelação de Cepheus, o Arp194 está distante cerca de 600 milhões de anos-luz da Terra e é um dos vários sistemas conhecidos de galáxias que se mesclam e fundem.

As imagens foram feitas em janeiro de 2009 utilizando filtros azuis, verdes e vermelhos simultaneamente.

O Hubble foi lançado no espaço pela NASA no dia 24 de abril de 1990. Desde então já captou mais de 570 mil imagens de 29 mil corpos celestes.

Hubble registra 'show de luzes' em buraco negro

O telescópio espacial Hubble registrou um verdadeiro show de luzes vindo de um buraco negro no centro de uma galáxia.


Imagem captada pelo Hubble

A explosão de luz veio de uma bolha de matéria chamada HST-1, embutida em um jato de matéria, um poderoso e estreito raio de gás quente produzido por um buraco negro que fica no centro de uma galáxia elíptica e gigantesca, a M87.

O HST-1 é tão brilhante que está ofuscando até o centro brilhante da galáxia M87, cujo buraco negro é um dos maiores já descobertos.

A massa de gás brilhante tem dado um espetáculo para astrônomos. Os cientistas observaram o brilho estável do HST-1 por vários anos, até que ele se apagasse. E então o HST-1 se reacendeu e agora os astrônomos afirmam que é difícil prever o que vai acontecer.

O telescópio Hubble está observando esta atividade nos últimos sete anos, fornecendo imagens detalhadas dos eventos. O telescópio dá aos astrônomos uma visão única, próxima do ultravioleta do jato de luz que os telescópios na Terra não conseguem alcançar.

"A visão precisa do Hubble permite definir o HST-1 e separar do buraco negro", afirmou o o astrônomo Juan Madrid, da Universidade McMaster, em Hamilton, no Canadá.

Madrid reuniu sete anos de imagens de arquivo do jato de luz, capturadas pelo Hubble, incluindo as mudanças no comportando do HST-1 durante o tempo.

O jato de luz pode fornecer dados sobre a variação de jatos em buracos negros de galáxias distantes, que são difíceis de estudar por estarem tão longe da Terra.

A galáxia M87, por exemplo, está a 54 milhões de anos-luz da Terra, no Grupo de Virgem, uma região próxima no universo, com a maior densidade de galáxias.

"Não esperava que o jato na M87, ou que qualquer outro jato em um buraco negro, aumentasse o brilho da maneira que este jato faz", disse Madrid.

"Ficou 90 vezes mais brilhante que o normal. A questão é: isto ocorre com todos os jatos ou núcleos ativos, ou estamos observando um comportamento incomum da (galáxia) M87?", questionou o astrônomo.

Razões para o brilho

Apesar das muitas observações feitas pelo Hubble e outros telescópios, os astrônomos não tem certeza da causa do brilho.

Uma das explicações mais simples é que o jato atingiu uma linha de poeira ou nuvem de gás e então está brilhando devido à colisão.

Outra possibilidade é que as linhas do campo magnético do jato estão espremidas, juntas, o que libera uma grande quantidade de energia.

Este fenômeno é semelhante à maneira como se desenvolvem as explosões solares e é até um mecanismo de criação das auroras na Terra.

Agora, o astrônomo Juan Madrid espera que as observações futuras do HST-1 revelem a causa da atividade misteriosa.

"Esperamos que as observações nos forneçam algumas teorias com boas explicações sobre os mecanismos que estão causando os jatos de luz", afirmou.

"Os astrônomos querem saber se esta é uma instabilidade intrínseca ao jato quando abre caminho para fora da galáxia ou se pode ser outra coisa", acrescentou.

Hubble revela maravilhas cósmicas

WASHINGTON (AFP) — O telescópio Hubble, totalmente modernizado, mostrou na quarta-feira, 9 de setembro de 2009, uma série de imagens de maravilhas cósmicas com incrível nitidez, incluindo uma "borboleta" celestial e um "pilar da criação" (foto abaixo).

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As 10 imagens foram as primeiras capturadas do espaço profundo obtidas pelo Hubble desde que sofreu reparos na missão realizada em maio passado, que instalou uma nova câmera e na qual outros instrumentos científicos foram reparados.

A foto com a forma de borboleta mostra uma nebulosa — nuvem de poeira estelar e gás — criada pelos restos de uma estrela agonizante que, em algum momento, teve cinco vezes a massa do Sol.

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A Nebulosa Borboleta ou as asas da "Bug Nebula" (imagem acima) são na realidade o que a NASA chama "caldeiras de gás" aquecidas a mais de (20.000 graus Celsius) que se deslocam pelo espaço a mais de 965.600 km/h.

"Isso marca um novo começo para o Hubble", ressaltou Ed Weiler, diretor associado da Agência Espacial Americana e responsável pelas missões científicas.

O telescópio, colocado em órbita em 1990, "foi totalmente modernizado e agora está mais poderoso do que nunca, com novos equipamentos que o permitirão se manter em operação durante a próxima década", indicou em um comunicado.

Os novos instrumentos permitem ao Hubble pesquisar o universo em uma extensa gama do espectro luminoso, que vai dos raios ultravioletas aos infravermelhos.

Veja as imagens no site da NASA

Telescópio Hubble fotografa colisão rara de asteroides

O telescópio espacial Hubble conseguiu flagrar um momento raro no espaço: a colisão entre dois asteroides. A NASA divulgou imagens do momento em que se forma uma cauda que lembra a letra "X".

A NASA nomeou o objeto como P/2010 A2. Ele foi descoberto no chamado cinturão de asteroides que fica entre Marte e Júpiter. É a primeira vez que um telescópio capta uma imagem do tipo. Os astrônomos sempre acreditaram que tais colisões ocorressem, mas nunca as tinham visto antes.

A NASA acredita que o P/2010 A2 estivesse a uma distância de 144 milhões de quilômetros da Terra quando foi fotografado, em janeiro. Segundo a agência, colisões de asteroides liberam muita energia, com um impacto que ocorre a uma velocidade que é cinco vezes maior do que a de uma bala de fuzil.

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Imagem: NASA, 3 de fevereiro de 2010.

Telescópio Hubble capta galáxia mais
brilhante descoberta até agora


Imagem obtida graças a fenômeno conhecido como lente gravitacional

O telescópio espacial Hubble obteve imagens sem precedentes da galáxia mais brilhante descoberta até agora, graças a um fenômeno conhecido como lente gravitacional.

Uma lente gravitacional ocorre quando a gravidade de um objeto gigantesco, como o Sol, um buraco negro ou um conjunto de galáxias, causa uma distorção no espaço-tempo.

A luz procedente de objetos mais distantes e brilhantes se reflete e aumenta quando passa por essa região distorcida pela gravidade.

A NASA (agência espacial americana) informou que "esta observação proporciona uma oportunidade única para o estudo das propriedades físicas de uma galáxia que formava, de maneira vigorosa, estrelas quando o universo tinha apenas um terço de sua idade atual".

Jane Rigby e sua equipe de astrônomos no Centro Goddard de Voo Espacial da NASA em Greenbelt, Maryland, apontaram o telescópio Hubble em direção a um dos exemplos mais notáveis de lente gravitacional, um arco de luz de quase 90 graus no conjunto galático RCS2 032727-132623.


Imagem de uma galáxia distante é esticada em um arco gigante

A vista que o Hubble obteve da galáxia distante é muito mais detalhada que a imagem que seria obtida sem a presença da lente gravitacional. A presença deste "amplificador" mostra como as galáxias evoluíram em dez mil milhões de anos, segundo a NASA.

Enquanto as galáxias mais próximas à Terra estão plenamente maduras e se aproximam do fim de sua história como criadouro de estrelas, as galáxias mais distantes proporcionam testemunho dos tempos de formação do universo.

Estão tão distantes que a luz daqueles eventos cósmicos só alcança a Terra agora. As galáxias mais distantes não só brilham mais tênues no espaço, como também aparecem muito menores.

Em 2006 uma equipe de astrônomos que usou o Very Large Telescope (VLT, literalmente Telescópio Muito Grande, o instrumento óptico mais avançado do mundo) no Chile, mediu a distância do arco e calculou que esta galáxia aparece três vezes mais brilhante que as outras galáxias, vistas também através de lentes, descobertas antes.

Em 2011 os astrônomos usaram o Hubble para captar imagens e analisar a galáxia com o telescópio orbital.

Como é típico nas lentes gravitacionais a imagem distorcida da galáxia se repete várias vezes no conjunto de lente que aparece à frente. A tarefa dos astrônomos é reconstruir como se veria realmente a galáxia sem o efeito de distorção.

A aguda visão do Hubble permitiu que os astrônomos eliminassem as distorções e reconstruíssem a imagem como seria vista normalmente. A reconstrução mostra as regiões brilhantes onde se formam as estrelas, muito mais iluminadas que qualquer região de estrelas jovens na Via Láctea.

Fonte: EFE – 2 de fev de 2012.

Imagens: NASA

E o Hubble continua ativo! Grande!

Imagem: NASA — Maio de 2009. Clique para ampliar


NASA


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