|
|
||
|
|
||
|
||
|
~ Nossos amigos, os golfinhos ~ Eternos brincalhões
Um exemplo a ser seguido: Costa brasileira é declarada santuário de baleias e golfinhos Um decreto assinado no dia 20 de dezembro de 2008 pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva torna as águas da costa brasileira santuário de baleias e golfinhos, e reforça a proibição da caça de golfinhos e baleias nas águas sob jurisdição do país. De acordo com o decreto, "estão permitidos a pesquisa científica e o aproveitamento turístico ordenado". A medida reforça a posição brasileira na Comissão Internacional Baleeira que, desde o fim da década de 1980, proibiu a caça e a pesca desses animais, na chamada moratória da baleia. Com a declaração do santuário publicada no Diário Oficial da União, o Brasil passará a defender oficialmente em foros internacionais a integração de políticas para conservação das baleias e golfinhos em todo o Atlântico Sul, o que inclui Argentina, Uruguai e países da costa da África. A aprovação do santuário atende a um pedido de organizações não-governamentais ambientalistas, feito em maio de 2008 e que, por meio de 13 mil assinaturas, reivindicou mais apoio para a criação do Santuário das Baleias do Atlântico Sul. Golfinhos 'pegam onda' em praia da Austrália Fotógrafo foi à praia em Cape Adieu para surfar. E foi surpreendido por um grupo de 40 a 50 golfinhos.
'Golfinho-artista' pinta quadros e vira atração em aquário no Texas
Fotógrafo flagra golfinhos surfando na África do Sul Os golfinhos pegam ondas de até 7,5 metros de altura. Alguns saltam a seis metros de altura acima das ondas. Huglin contou que estava na África do Sul filmando tubarões brancos quando descobriu o inusitado grupo de surfistas. Ele não sabe explicar o que leva os golfinhos a pegarem ondas, mas tem certeza de que eles se divertem muito com isso. Huglin relata ter visto grupos de até 400 golfinhos surfando juntos. Durante seis anos, o fotógrafo americano Greg Huglin dedicou três meses ao ano para filmar e fotografar os golfinhos surfistas da África do Sul. Segundo ele, é possível ver os animais surfando a qualquer hora do dia. O filme "Golfinhos Surfistas" foi lançado neste ano. O trailer está disponível no site de Huglin: www.greghuglin.com.
Estudo traça ponto comum entre linguagem humana e gestual de golfinhos
Espécies seguem lei da 'brevidade' na comunicação:
palavras curtas Especialistas europeus disseram ter detectado semelhanças entre a linguagem humana e a linguagem corporal de golfinhos. Segundo eles, quando golfinhos se movem na superfície da água, tendem a usar sequências mais simples de movimentos, da mesma forma como, entre humanos, as palavras usadas com mais frequência são as mais curtas. Segundo os pesquisadores da Universidade Politécnica da Catalunha, na Espanha, e da Universidade de Aberdeen, na Grã-Bretanha, as duas espécies seguem a chamada "lei da brevidade" na linguagem, proposta pelo filologista americano George K. Zipf. "Padrões de comportamento de golfinhos na superfície obedecem à mesma lei da brevidade da linguagem humana, com ambas as espécies procurando os códigos mais simples e eficientes", disse Ramón Ferrer i Cancho, co-autor do estudo, publicado na revista científica Complexity. Segundo a lei da brevidade, proposta por Zipf e outros, as palavras usadas com mais frequência em uma determinada língua são sempre as mais curtas. Os pesquisadores observaram o comportamento de golfinhos na costa da Nova Zelândia e verificaram que, seguindo um padrão semelhante, quando estão na superfície da água os golfinhos tendem a utilizar séries simples de movimentos com mais frequência do que outras, mais complexas. Após as observações, os especialistas identificaram mais de 30 séries de movimentos. Cada série continha entre um e quatro gestos distintos, ou "unidades". Entre as unidades estavam, por exemplo, bater com a cauda, saltar ou cair de lado. Os especialistas constataram que os golfinhos usam séries compostas de uma unidade com mais frequência do que as séries que envolvem quatro unidades. "Os resultados mostram que as estratégias de comportamento simples e eficientes dos golfinhos são similares às usadas por humanos com palavras, e são as mesmas usadas, por exemplo, quando nós reduzimos o tamanho de uma imagem fotográfica ou de vídeo de forma a economizar espaço", disse Ferrer. O pesquisador disse que estudos como esse mostram que a linguagem humana está baseada nos mesmos princípios que governam sistemas biológicos "o que nos leva à conclusão de que as barreiras tradicionais entre as disciplinas deveriam ser removidas". Estudos anteriores constataram que golfinhos se comunicam principalmente por meio de assovios e outros sons. Os especialistas acreditam, no entanto, que eles também usam linguagem corporal quando estão nadando perto uns dos outros. O conteúdo dessa linguagem complexa, no entanto, não foi decifrado. Fonte: BBC, 04/08/09. ~ Caça aos golfinhos ~ Às vésperas de o Japão abrir a sua temporada de pesca predatória e criminosa dos golfinhos, o protesto de ambientalistas ecoa no mundo inteiro e chega até a secretária de Estado americana, Hillary Clinton. Este protesto não é só nosso. É de todos que lutam por um mundo melhor!
Lugares paradisíacos se transformam ao longo de 180 dias em um cenário de matança. Do lado vilão, que pena, está o homem. Do lado vítima, que pena, uma das espécies mais inteligentes, brincalhonas e que se mostram muito amigas de seu algoz: os golfinhos. Vinte e seis pescadores em 13 barcos os encurralam aos milhares em uma pequena enseada e os matam com arpões e facões. A angra de 4,6 metros quadrados na pequena cidade japonesa de Taiji se torna vermelha, de sangue, é claro. "Os caçadores se vestem com roupas de borracha escura que têm cauda semelhante à dos golfinhos. É triste ver os animais se aproximarem para brincar e ser capturados. É uma perversa estratégia", diz Ric O'Barry, famoso biólogo americano que treinou durante cinco anos os golfinhos da série de televisão "Flipper". Ele perseverou por oito anos na perseguição a pescadores japoneses para gravar um documentário sobre a crueldade da caça a esses mamíferos. Apesar de essa prática ser ilegal na maioria dos países, ela é lícita no Japão em nome de sua cultura e economia. Por determinação do governo japonês, no entanto, procura- se esconder do mundo os métodos empregados. "Não foi fácil conseguir filmar tudo o que vi", diz O'Barry, que lançou na semana passada o documentário "The Cove". Todos os anos, no dia 1º de setembro, abre-se no Japão uma nova estação de caça a golfinhos e repetem-se em todo o mundo os protestos de ambientalistas. No curso da temporada, cerca de 23 mil animais são capturados com vida e podem ou não ser abatidos — cada peça de um golfinho vale US$ 500 nos mercados de Taiji, cidade de três mil habitantes. Outro destino para esses animais é vendê-los vivos por mais de US$ 30 mil, cada um, aos parques aquáticos da Coreia do Sul e dos Emirados Árabes. A americana Diana Reiss, pesquisadora do comportamento animal no Hunter College e famosa pela descoberta de que golfinhos conseguem se reconhecer em espelhos, tem coletado assinaturas de cientistas para uma petição que planeja apresentar à secretária de Estado, Hillary Clinton. Diana não pede, exige o fim da caça. Diferentemente de outros países que baniram a caça não só aos golfinhos, mas também às baleias, o Japão continua a permiti-la. Há dez mil anos o fim da era glacial tornou o país um arquipélago, que está cada vez mais dependente do mar por causa do crescimento populacional. "Praticamente toda criatura marinha comestível é explorada como alimento", diz o antropólogo e especialista da cultura pesqueira japonesa Theodore Bestor, da Universidade Harvard. Baleias e golfinhos estão arraigados na culinária, cultura e religião japonesa. "A ciência precisa transcender as fronteiras culturais", diz Diana. A partir de testes feitos em laboratório, ela defende a teoria de que os golfinhos constituem uma espécie extremamente inteligente e sensível. "Escutei gravações feitas durante a caça em Taiji e posso garantir que eles emitem sofisticados avisos de aflição", diz ela. Esse é um trecho do documento que Hillary lerá. A Associação Mundial de Zoológicos e Aquários (Waza), com sede na Suíça, proibiu seus membros de adquirir golfinhos de Taiji.
"Há anos o Japão explora toda criatura marinha. No país isso não é
cruel" A Associação de Zoológicos e Aquários do Japão a integra, mas o problema é que a maioria dos aquários japoneses não faz parte sequer de sua associação nacional. Gerald Dick, diretor da Waza, conversou com diversos diretores de aquários japoneses e disse que é difícil convencê-los a parar de comprar golfinhos de Taiji, já que o custo é bem menor do que o dinheiro que ira se gastar para reproduzi- los em cativeiro. "O Japão não enxerga a caça como algo particularmente cruel", diz ele. Starnews 2001 no protesto mundial contra essa matança! O link para a campanha mundial é: http://www.savejapandolphins.org/index.php Mande um e-mail de protesto para o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama:
http://www.whitehouse.gov/contact/
Campanhas: Save the Whales Again! (Salve as Baleias Outra Vez!):
http://www.takepart.com/savethewhalesagain
Assista o trailer do filme "The Cove",
que foi lançado simultaneamente
~ It hunts to the dolphins ~ On the eve of the Japan open its season overfishing and criminal of the
dolphins, environmentalists protest echoes around the world and reaches to
U.S. Secretary of State, Hillary Clinton. This protest is not just ours. It's all
fighting for a better world! Paradisiacal places become over 180 days in a scene of slaughter. Side
villain, alas, is the man. Victim's side, alas, one of the most intelligent,
playful, and which proved very friendly to his tormentors: the dolphins.
Twenty-six fishermen on 13 boats the ambushes by the thousands in a small
cove and kill them with spears and machetes. Cove of 4.6 square meters in the small Japanese town of Taiji becomes red,
blood, of course. "The hunters were dressed in wetsuits who have dark tail
similar to that of dolphins. It is sad to see the animals move closer to
playing and being caught. It is a perverse strategy", says Ric O'Barry,
renowned American biologist who trained for five years the dolphins from the
television series "Flipper." He persevered for eight years in the persecution of Japanese fishermen to
record a documentary about the cruelty of hunting these mammals. Although
this practice is illegal in most countries, it is legal in Japan on behalf
of its culture and economy. For determination of the Japanese government,
however, seek to hide from the world the methods employed. "It was easy to
get to shoot everything I saw", says O'Barry, which launched last week the
documentary "The Cove". Every year on September 1, opens in Japan, a new season on dolphins and
are repeated throughout the world protests from environmentalists. In the
course of the season, about 23 thousand animals are captured alive and may
or may not be slaughtered — every part of a dolphin is worth $ 500 in the
markets of Taiji, a town of three thousand inhabitants. Another destination
for these animals is to sell them alive for more than U.S. $ 30 thousand
each, to the water parks of South Korea and UAE. The American Diana Reiss, a researcher of animal behavior at Hunter
College and famous by the discovery that dolphins can recognize themselves
in mirrors, has been collecting signatures from scientists for a petition it
plans to submit to the Secretary of State, Hillary Clinton. Diana did not
ask, demand an end to hunting. Unlike other countries that have banned
hunting not only dolphins but also whales, Japan continues to allow it. Ten
thousand years ago the end of the ice age has made it an archipelago, which
is increasingly dependent on the sea because of population growth. "Almost
all edible sea creature is exploited as food", says anthropologist and an
expert on Japanese fishing culture Theodore Bestor, Harvard University.
Whales and dolphins are rooted in the cuisine, culture and religion of
Japan. "Science needs to transcend cultural boundaries", says Diana. From tests
in the laboratory, she defends the theory that dolphins are a species
extremely intelligent and sensitive. "I listened to recordings made during
the hunt in Taiji and can guarantee that they emit sophisticated about grief",
she says. This is an excerpt of the document that Hillary will read. The
World Association of Zoos and Aquaria (Waza), headquartered in Switzerland,
has forbidden its members to acquire dolphins from Taiji.
"For years Japan explores all sea creature. In the country that is not
cruel" The Association of Zoos and Aquariums in Japan to integrate, but the
problem is that most Japanese aquarium is not part of even their national
association. Gerald Dick, director of Waza, talked to several directors of
Japanese tanks and said it is difficult to convince them to stop buying
dolphins of Taiji, because the cost is much less than that money will be
spent to play them on captivity. "Japan does not see hunting as something
particularly cruel", he says.
Starnews 2001 in the worldwide
protest against this slaughter! An example to be followed: The Brazilian coast is declared a sanctuary for whales and
dolphins A decree signed on December 20, 2008 by President Luiz Inácio Lula da Silva makes the waters off the Brazilian coast sanctuary for whales and dolphins, and reinforces the prohibition of hunting of dolphins and whales in the waters under the jurisdiction of the country. According to the decree, "are allowed to use scientific research and tourism ordered". The measure strengthens Brazilian position in the International Whaling Commission that since late 1980, banned the hunting and fishing of these animals, the so-called moratorium on whaling. With the declaration of the sanctuary, published in the Official Gazette, Brazil will defend officially in international integration policies for conservation of whales and dolphins around the South Atlantic, which includes Argentina, Uruguay and countries of Western Africa. The approval of the sanctuary serves a request of non-governmental environmental groups, made in May 2008 and that means 13 thousand signatures, claimed more support for the creation of the Whale Sanctuary of the South Atlantic.
Assuntos relacionados: – Salvar nossos oceanos– União Internacional para a Conservação da Natureza 2010 Ano Internacional da Biodiversidade
Copyright 2008/2010 ©
Starnews 2001 |