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Cultura e Informação

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Terremoto

O imprevisível em qualquer lugar...


Um terremoto é um tremor de terra que pode durar segundos ou minutos. Ele é provocado por movimentos na crosta terrestre, composta por enormes placas de rocha (as placas tectônicas). O tremor de terra ocasionado por esses movimentos é também chamado de "abalo sísmico".

Essas placas se movimentam lenta e continuamente sobre uma camada de rocha parcialmente derretida, ocasionando um contínuo processo de pressão e deformação nas grandes massas de rocha.

Quando duas placas se chocam ou se raspam, elas geram um acúmulo de pressão que provoca um movimento brusco. Há três tipos de movimentos: convergente (quando duas se chocam), divergente (quando se movimentam em direções contrárias) e transformante (separa placas que estão se deslocando lateralmente).

Alterações no relevo

Os movimentos convergente e divergente das placas provoca alterações no relevo. A cada choque, a placa que apresenta menor viscosidade (mais aquecida) afunda sob a mais viscosa (menos aquecida). A parte que penetra tem o nome de zona de subducção.

No oeste da América do Sul, por exemplo, o afundamento da placa de Nazca sob a placa continental originou a cordilheira dos Andes.

Os geólogos acreditam que o aumento do nível do mar trará implicações que provarão ser mais decisivas do que as condições meteorológicas. O peso extra de milhões de quilômetros cúbicos de água pode causar estresse nos pontos fracos da crosta terrestre — chamada pelos especialistas de litosfera.

Isso poderia induzir a terremotos e erupções vulcânicas ao longo das falhas, causando devastação local e lançando detritos e gases prejudiciais na atmosfera. Também aumenta o perigo dos tsunamis. Essas ondas gigantes são geradas pelos terremotos debaixo d’água , que podem viajar por milhares de quilômetros através de um oceano, a velocidades de até 800km/h. Eles aparecem sem avisar e trazem ondas de até 30m de altura. Geólogos preveem que o vulcão Cumbre Vieja, na zona sul de La Palma, nas Ilhas Canárias, pode entrar em erupção no futuro. A consequência seria uma tsunami gigante, de 500m de altura, que atravessaria o Atlântico e poderia engolir parte do Reino Unido, dos Estados Unidos, da África e do Brasil.

O aquecimento global é um fenômeno mundial. Continentes, países, condados e comunidades podem estar a milhares de quilômetros de distância, mas ninguém vive em completo isolamento. As consequências do comportamento irresponsável do homem, e os desastres naturais que resultam disso, afetam e afetarão a todos nós.

O terremoto de 7.9 que atingiu a província de Sichuan, no sudoeste da China, no dia 12 de maio de 2008, deixou pelo menos 8,5 mil pessoas mortas, segundo a agência de notícias oficial do país, a Xinhua.


Grandes tremores ecoam pelo planeta

Os terremotos não afetam apenas o clima da Terra, mas também destroem prédios e devastam cidades.



~ Escala Richter ~

A famosa escala Richter foi desenvolvida em 1935 pelo cientista americano Charles Francis Richter. A quantidade de energia liberada por um abalo sísmico, ou sua magnitude, é medida pela amplitude das ondas emitidas segundo o parâmetro da escala de Richter, que vai de zero a 9 pontos. De acordo com essa escala, os abalos podem ser classificados:

Escala Richter Efeitos do terremoto
De 0,0 a 1,9 Não é sentido. O tremor de terra pode ser detectado apenas por sismógrafos
De 2,0 a 2,9 Não é sentido, no entanto objetos pendurados podem balançar
De 3,0 a 3,9 Comparável à vibração de um caminhão passando próximo
De 4,0 a 4,9 Pode quebrar janelas e derrubar objetos pequenos ou desequilibrados
De 5,0 a 5,9 Ocasiona pequenos danos em edificações. A mobília se move e o reboco da parede cai
De 6,0 a 6,9 Dano a construções fortes, dano severo a construções fracas
De 7,0 a 7,9 Terremoto de grande proporção. Prédios saem das fundações; rachaduras surgem na terra; tubulações subterrâneas se quebram
De 8,0 a 8,9 Terremoto muito forte. Pontes se rompem; poucas construções resistem de pé. Não há um limite para a escala mas, de 8 graus em diante, os efeitos devastadores são sentidos em um raio de centenas de quilômetros.
De 9,0 para cima Destruição quase total; ondas se movendo pela terra são visíveis a olho nu
Os efeitos de cada abalo sísmico variam bastante devido à distância, às condições do terreno, às condições das edificações e de outros fatores.

Fato curioso: Cerca de 14.000 terremotos são registrados ao ano na Nova Zelândia, dos quais 20 chegam a 5 graus na escala Richter.


Cientista prevê grande terremoto próximo a Los Angeles

LONDRES — A extremidade sul da falha de San Andreas, perto de Los Angeles, que não se movimenta há mais de dois séculos, está sob um fortíssimo estresse e pode provocar um grande terremoto a qualquer momento, sugere estudo publicado na última edição da revista 'Nature' (junho de 2006).


Imagem da falha de San Andreas na planície de Carrizo no sul da Califórnia, 35° 07'N, 119° 39'W. A imagem é uma composição de dados de radar e do satélite Landsat

Segundo o cientista Yuri Fialko, do Instituto de Oceanografia Scripps, em La Jolla, na Califórnia, levando em conta as taxas anuais de movimento em outras áreas da falha, pode haver energia represada suficiente na extremidade sul para deflagrar um solavanco cataclísmico de até 10 metros.

"As taxas de tensão observadas confirmam que a região sul da falha de San Andreas pode estar se aproximando do fim da fase intersísmica no ciclo sísmico", diz o pesquisador no estudo.

Um movimento lateral brusco de entre 7 e 10 metros estaria entre os maiores já registrados.

De acordo com a U.S. Geological Survey (USGS), o terremoto que destruiu San Francisco em 1906 foi causado por um movimento súbito de até 6,4 metros na extremidade norte da falha.

Fialko disse que desde os primórdios da colonização europeia da área não são registrados movimentos na extremidade sul da falha, uma junção geológica de quase 1.300 quilômetros de extensão, entre as placas tectônicas do Pacífico e Norte-Americana.

De acordo com ele, essa ausência de movimento por 250 anos corresponde aos intervalos previstos entre grandes terremotos na extremidade sul da falha, entre 200 e 300 anos.


Foto aérea da falha de San Andreas na planície de Carrizo, Califórnia

Nas outras áreas da falha, as taxas médias de deslizamento, de alguns centímetros ao ano, evitaram o acúmulo de pressão.

Segundo a USGS, os grandes terremotos recentes nas zonas norte e central da falha ocorreram em 1857 e 1906.

Fialko afirmou que há três explicações possíveis para a ausência de movimento na área sul — deslizamentos sob a superfície sem manifestações externas, a possibilidade de ela simplesmente não se mover tanto quanto o resto ou um grande bloqueio.

"Exceto pela primeira possibilidade, a quietude aumenta a probabilidade de ocorrer um evento sismológico", escreveu Fialko.

Mas ele considera a primeira hipótese improvável.

"Independentemente da geometria da falha e das propriedades mecânicas da crosta ambiente, os resultados apresentados nesse estudo sustentam as previsões de uma alta probabilidade da ocorrência de grandes terremotos no sistema sul da falha", relatou.


National Geographic

Terremoto de São Francisco, Califórnia, em 1906

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Fonte: Reuters

'Terremoto silencioso' pode sinalizar
grande tremor, diz estudo

SÃO FRANCISCO — Localizar os chamados "terremotos silenciosos" pode ajudar os cientistas a preverem melhor a probabilidade de sismos graves, disse na quarta-feira (5 de julho de 2006) um professor da Universidade Stanford (Califórnia).

Os terremotos silenciosos — aqueles em que há um lento movimento da terra, detectado por satélites graças a sutis mudanças na superfície, uma vez que eles não propagam ondas de choque — parecem ampliar a pressão nas falhas tectônicas, contribuindo para terremotos fracos, de magnitude dois e três, segundo o geofísico Paul Segall.

"Localizar esses terremotos silenciosos pode melhorar a compreensão da formação dos pequenos tremores, o que ajudaria os cientistas a avaliarem a probabilidade de terremotos mais fortes", disse Segall, referindo-se às conclusões da sua equipe, publicadas na edição de quinta-feira (6 de julho de 2006) da revista Nature.

Dados dos terremotos silenciosos podem ajudar os cientistas a desenvolverem um "medidor de estresse" para determinadas zonas de falhas tectônicas, segundo o pesquisador.

— Cada vez que há um evento (tremor) silencioso, é como enfraquecer um pouco o sistema, empurrando-o um pouco mais forte — afirmou. — Se pudéssemos ver um aumento na taxa dos pequenos terremotos em resposta a esses eventos silenciosos, então poderíamos calibrar o medidor.

— Isso seria potencialmente uma forma de fazer uma previsão mais probabilística (para grandes terremotos) — acrescentou Segall. — Poderíamos dizer que durante um período de poucas semanas a probabilidade é maior, e tomara que possamos colocar alguns números nessa probabilidade.

Os sismologistas estimam que terremotos violentos atingem o Japão a cada 200 anos e o noroeste dos EUA a cada 500. Nos últimos seis anos, os cientistas concluíram que o sudoeste do Japão e parte do nordeste do Pacífico (o que inclui a Costa Oeste dos EUA) têm atividade sísmica silenciosa, de acordo com Segall.

— É possível que, a cada ocorrência de um evento lento, e conforme avançamos no ciclo, ou nos aproximamos do "big one" (um terremoto devastador que poderá destruir Los Angeles e São Francisco a qualquer momento), esses eventos lentos possam começar a ficarem maiores, porque a área que está próxima da quebra terá aumentado.

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Fonte: Reuters

O imprevisível em qualquer lugar

Existe algum país que esteja livre de alguma catástrofe natural? Não, nenhum país está livre disso, considerando que a Natureza é imprevisível. Por esse motivo, nem o Brasil escapa.

O Brasil não está preparado, principalmente, para a eventualidade de um terremoto de grandes proporções. Não existem estudos e equipamentos que permitam um planejamento estratégico. A constatação é de geólogos integrantes do grupo que estuda abalos sísmicos na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), um dos poucos do tipo no Brasil.

Segundo um dos geólogos, “se tivermos um abalo de grande porte em uma zona populosa, vai morrer mais gente do que na Califórnia (onde 3.000 pessoas morreram em São Francisco em 1906)”. Não existe código de segurança para um desastre deste tipo no Brasil.

— Seriam necessários pelo menos 30 sismógrafos funcionando permanentemente no Brasil para identificar áreas de risco. Os poucos existentes estão quase todos situados em barragens de hidrelétricas — disse o geólogo.

Segundo ele, o estudo permanente das regiões com maiores probabilidades pode ajudar na prevenção, construção de edifícios mais seguros, aparelhamento e treinamento de equipes de socorro. Em países como o Peru, onde 560 pessoas morreram em agosto de 2007 por causa de um terremoto de magnitude 8, a maior parte dos edifícios possui placas informando que o projeto foi feito para resistir a sismos.

De acordo com um técnico em sismologia do Instituto Astronômico e Geofísico da Universidade de São Paulo (USP), o fato de não ocorrerem muitos terremotos no Brasil ajuda a explicar a falta de estudos, mas a identificação de diversos abalos nos últimos anos tem mudado a postura de seguradoras e construtoras.

— Construtoras e seguradoras já levam a possibilidade em conta — disse o técnico.

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Fonte: Arquivo Starnews 2001

O Instinto Animal Diante do Perigo

Se observássemos a Natureza com mais interesse,
poderíamos nos livrar de muitos males e tragédias.

Todas as histórias extraordinárias sobre o comportamento estranho dos animais antes e durante terremotos, tsunamis e furacões têm levantado novas questões. Será que existe um “sexto sentido” animal?

Muitos cientistas não acreditam neste fato. Apesar de durante séculos o mundo inteiro haver relatado o comportamento anormal dos animais antes dos terremotos ou dos desastres naturais — ratos escapando de prédios, pássaros voando e cachorros latindo durante a noite — os pesquisadores se recusam a acreditar neste fenômeno. Os sismólogos, por exemplo, rejeitam a ideia da sensibilidade animal diante dos fenômenos naturais como os terremotos. A maioria deles argumenta que a evidência chega a ser uma piada. Esses sismólogos não sabem de nada...

No entanto, existem cientistas que admitem a possibilidade dos animais possuírem capacidades sensoriais avançadas que os humanos não têm. Alguns procuram explicações relacionando os sentidos apurados dos animais com estímulos sensoriais microscópicos e invisíveis. Os especialistas explicam que os animais com sentidos altamente desenvolvidos (visão, audição e olfato) reagem mais às mudanças no ambiente do que os humanos.

As pesquisas mostram que muitos peixes são sensíveis a vibrações de baixa frequencia e podem detectar o menor tremor. Outros animais são igualmente sensíveis — os elefantes parecem ser capazes de detectar vibrações infra-som na Terra com suas patas. Será que os elefantes que fugiram para as Colinas de Khaolak sentiram os tremores causados pelo terremoto submarino perto de Sumatra?

Um caso de sentido animal aconteceu no ano passado (2006) nas águas do litoral da Flórida, nos Estados Unidos. 14 tubarões galha-preta, eletronicamente marcados, foram observados saindo do seu território em Sarasota — fato inédito durante os quatro anos de monitoramento — aproximadamente 12 horas antes de o furacão Charley fustigar a região. Eles se mantiveram afastados da área por mais duas semanas, antes de voltarem aos seus habitats. Será que estes peixes sentiram a chegada do furacão? Os fatos apontam para uma resposta afirmativa.

No entanto, os críticos não estão convencidos de que este sexto sentido animal sirva de sistema de alerta para os humanos. Eles argumentam que seria muito difícil convencer as pessoas de que a segurança delas depende deste sistema. É improvável que o público em geral leve a sério um alerta de evacuação se as autoridades dissessem: “Todos os elefantes no Zoológico de San Diego estão fazendo barulho com as trombas e fugindo para as colinas”.

— Vários exemplos desses instintos

O historiador grego Diodorus registrou um êxodo de animais dois dias antes do terremoto que destruiu a cidade grega de Helice, em 383 d.C. Testemunhas relataram uma evacuação massiva de ratos, cobras, doninhas, milípedes e minhocas da cidade.

No grande terremoto de Lisboa em 1755, o filósofo alemão Immanuel Kant observou que uma multidão de minhocas foi vista sair do subsolo perto de Cádiz, ao Sul da Espanha, oito dias antes do desastre atingir a cidade portuguesa.

Em 25 de junho de 1966, os moradores da cidade de Parkfield, na Califórnia, Estados Unidos, foram invadidos por cobras cascavéis. Eles não entendiam por que os répteis fugiram das colinas. A resposta chegou dois dias depois quando a área foi atingida por um terremoto.

Na noite anterior ao terremoto de Sylmar, em 9 de fevereiro de 1971, diversas patrulhas policiais descreveram haver visto um grande número de ratos correndo pelas ruas de San Fernando, na Califórnia, Estados Unidos. A polícia também recebeu numerosas reclamações de cachorros latindo e uivando durante várias horas antes que o terremoto acontecesse às 6h01min. É o ser humano sempre reclamando e sempre se dando mal.

Em 28 de fevereiro de 2001, um grupo numeroso de gatos se escondeu sem motivo aparente 12 horas antes de um terremoto — que chegou a 6.8 na escala Richter — atingir a área de Seattle, Estados Unidos. Uma ou duas horas antes, outros animais se comportaram de forma ansiosa ou “enlouquecida”, enquanto alguns cães latiram desesperados antes do terremoto chegar. Até mesmo cabritos e outros animais demonstraram sinais de temor.

Em 22 de fevereiro de 1999, pequenos antílopes fugiram da região montanhosa austríaca do Tyrol para os vales, algo que eles não costumavam fazer. No dia seguinte, uma avalanche devastou a vila austríaca de Galtur no Tyrol, matando dezenas de pessoas.

Durante a Segunda Guerra Mundial, muitas famílias na Grã Bretanha e Alemanha se preveniam dos ataques aéreos observando o comportamento dos seus animais de estimação. Estes sinais de alerta aconteciam quando os aviões inimigos ainda estavam a centenas de quilômetros de distância, muito antes que os animais pudessem ouvi-los. Em Londres, alguns cães podiam até prever a explosão dos foguetes alemães V-2. Estes mísseis eram supersônicos e não podiam ser escutados com antecedência.

Em Khaolak, a 80 quilômetros ao norte de Phuket, na orla marítima de Andaman, na Tailândia, uma dúzia de elefantes que passeavam turistas ficou agitada e começou a fazer sons com as trombas horas antes da chegada do tsunami. Este fato aconteceu aproximadamente na mesma hora em que o terremoto submarino ocorreu fora da linha costeira de Sumatra. Momentos antes de o tsunami atacar, os elefantes fugiram para terras mais altas — alguns escaparam dos seus grilhões — levando com eles quatro turistas japoneses. Um oficial do Parque Nacional de Khaolak (Khaolak National Park) comentou que nenhum animal foi encontrado morto no local — eles tinham fugido para as colinas, ele acredita que os animais do parque ou das proximidades não morreram vítimas do tsunami.

Da mesma forma, na região sudeste do Sri Lanka, no Parque Nacional Yala (Yala National Park), funcionários do local narraram que os animais — tigres, elefantes, búfalos, macacos, entre outros — tinham escapado ilesos, mesmo com o tsunami atingindo a costa ao redor do parque.

No litoral, ao sul da Índia, no Santuário Point Calimere (Point Calimere Sanctuary), grupos de flamingos, que deveriam estar procriando naquela época do ano, fugiram para florestas mais seguras.

Pescadores afetados pelo tsunami da área de Kuala Muda, na Malásia, relataram grandes números de golfinhos nadando muito perto da orla — alguns a 200 m — dois dias antes do tsunami. Os mamíferos marinhos estavam pulando para fora da água, movendo suas caudas, tentando chamar a atenção dos pescadores.

Um fato muito interessante foi contado pelos mesmos pescadores. Eles disseram que três dias antes da chegada do tsunami capturaram vinte vezes a quantidade a que costumavam pescar. É possível que os peixes estivessem se afastando do epicentro do terremoto submarino que se aproximava e que geraria o tsunami.

No entanto, nem todos os animais escaparam ilesos. Grandes tartarugas foram encontradas mortas entre os entulhos da província de Aceh, ao longo da devastada costa da Indonésia.

Que isso nos sirva de lição e passemos a confiar, não só na tecnologia, nas máquinas, nos remédios e tudo mais, mas também, e principalmente, na Natureza que nos cerca. Essa é infalível.


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Bibliografia: Agências noticiosas – Arquivo Starnews 2001 – Animal Planet – Fontes diversas.

Desastres Naturais – Infográficos
Como acontecem terremotos

Especial:

Vulcões: A Fúria Adormecida

Tsunami

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