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O esconderijo: A
Casa de Trás
Grossas cortinas protegem de dia os que estão escondidos da curiosidade
dos vizinhos. De noite, as janelas são cobertas com pedaços de papel preto antes
de acender a luz. Também a porta de entrada do esconderijo da casa de trás é
camuflada. O senhor Voskuijl, pai de Bep, construiu uma estante giratória
(foto ao lado) que disfarça o acesso a essa porta. No horário de trabalho,
Anne e os demais ficam em silêncio, para que os empregados da firma não os descubram
nem quem visita a loja.


A fachada da empresa de Otto Frank. Se pararmos em frente do prédio não
podemos imaginar que existe outra casa atrás da fachada. Lá, era o esconderijo
de Anne, sua família e amigos.
Anne Frank – Uma biografia O livro "Anne Frank – Uma
biografia", de Melissa Müller, desvenda o mito de Anne Frank, autora
do diário que se tornou um dos relatos mais impressionantes das
atrocidades e horrores cometidos contra os judeus durante a Segunda
Guerra Mundial...
Leia um capítulo
Memórias de Anne Frank – As Lembranças de uma Amiga de Infância
Lembranças de Hannah Goslar, a amiga de infância
de Anne Frank, sobrevivente do Holocausto. A amizade que as unia quando eram
vizinhas, os sonhos de adolescente e seu último encontro no campo de
concentração de Bergen-Belsen é narrado pela escritora Alison Leslie Gold.
Trecho do livro
O Diário de Anne Frank – Clássico imperdível, em DVD (preto e
branco) – Vencedor de três prêmios Oscar

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| Prédio na Merwedeplein onde viveu a família
Frank de 1934 a 1942. Como sempre acontece nesses casos, cabe a nossa imaginação acrescentar o resto... |
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Um lugar quase seguro...

"Como esconderijo, a casa de trás é ideal; ainda que seja úmida e
está toda inclinada, estou segura de que em toda Amsterdã, e
talvez em toda Holanda, não há outro esconderijo tão confortável
como o que temos instalado aqui."
Anne Frank, em seu Diário

Obs.: A estante, na verdade,
era a passagem secreta para o esconderijo.
A Pergunta que não pode calar: Quem traiu as pessoas do anexo secreto?
A pergunta de quem teria sido o traidor das pessoas do anexo ainda ocupa
muitas mentes atualmente. Otto Frank e seus ajudantes também queriam saber logo
depois da guerra. Para levar o caso a justiça. Logo depois da libertação da
Holanda. Johannes Kleiman escreve uma carta para a polícia. Ele queria que
investigassem quem traiu as pessoas no esconderijo. Pessoalmente ele pensa que Willem van Maaren, um dos empregados do depósito, seria o traidor. Mas não havia
provas. Uma segunda investigação em 1963 também foi inconclusiva.
Alguns anos atrás dois livros foram publicados e chamavam novos suspeitos. Em
seu livro sobre Anne Frank, Melissa Müller escreve que Lena Hartog-van Bladeren,
a esposa de um dos empregados do deposito pode ter traído. E em seu livro sobre
Otto Frank, Carol Ann Lee nomeia um novo suspeito Tonny Ahlers, um conhecido de
Otto Frank. Em 2003 as duas teorias foram cuidadosamente investigadas pelo
Instituto Holandês sobre documentos de guerra em Amsterdã, mas as provas nunca
foram encontradas.

Anne, à esquerda; Margot
à direita
Anne na praça Merwedeplein, em Amsterdã
Anne e suas amigas
Imagens de Anne Frank
Uma linda manhã de 1941
Aniversário de Anne Frank
O "verdadeiro amor" de Anne Frank

A
Casa de Anne Frank,
o refúgio onde Anne escreveu seu famoso diário durante a II Guerra
Mundial, está situado no centro de Amsterdã, na rua Prinsengracht
263. O diário original forma parte da exposição permanente do museu.
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